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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

05-Fev-2009

 

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Veja aqui alguns argumentos e outros na página UMA VOZ

 
A mentira leva ao caos - por Joseph Farah (JORNALISTA DE ORIGEM ÁRABE QUE MORA NOS EUA) - leia mais em http://www.worldnetdaily.com/news/archives.asp?AUTHOR_ID=134

O que vem a seguir foi escrito pelo jornalista Joseph Farah, americano de ascendência árabe, líder do WorldNetDaily (jornal virtual). O artigo é impressionante, dada a etnia do autor.

Tenho estado quieto desde que Israel começou a lutar devido as disputas relacionadas com o Monte do Templo, onde ocorreu a visita de Sharon ao sitio arqueológico sob o quarteirão árabe na cidade velha de Jerusalem, que Arafat alega ser o motivo detonador do ultimo levante árabe-Intifada.

Até agora, não me preocupei em dizer: "Viu? Eu te disse que isso ia acontecer...". Mas não aguento mais. Me sinto compelido a lembrá-los de um artigo que escrevi cerca de 2 semanas antes do ultimo levante. Sim, colegas, eu previ que isso aconteceria. Tudo bem. Segurem seus aplausos. Afinal, eu preferia ter errado em minha previsão. Mais de 600 pessoas foram mortas desde que esta luta se iniciou. E por que motivo?

Se você acredita no que lê na maioria das novas fontes, os Palestinos querem uma pátria e os muçulmanos querem controlar os locais que consideram sagrados. Bastante simples, não?

Bem, como um jornalista americano de origem árabe que passou algum tempo no Oriente Médio fazendo mais que a minha cota de pedras e morteiros, devo comunicar-lhes que isso são apenas desculpas para o combate, a criação de problemas e a tomada de terras.

Não é interessante, que antes da guerra entre árabes e judeus de 1967, não havia nenhum movimento serio em prol de uma pátria palestina?

"Bem, Farah", vocês podem dizer, "isto foi antes dos Israelenses tomarem a Cisjordânia e Jerusalem Antiga." Isto lá é verdade. Na guerra dos seis dias, Israel tomou a Judeia, Samaria e o lado oriental de Jerusalem. Mas não tiraram estes territórios de Yasser Arafat. Eles a tomaram do rei Hussein da Jordânia.

Não consigo deixar de imaginar por que todos estes palestinos descobriram sua identidade nacional depois que Israel ganhou a guerra. A verdade é que a Palestina não é mais real que a Terra do Nunca. A primeira vez que este nome foi utilizado foi em 70 D.C. quando os romanos cometeram um genocídio contra os judeus , destruíram o Templo e declararam que não haveria mais a Terra de Israel. A partir daquele momento, os romanos prometeram, que o local seria conhecido como Palestina. Nome este derivado dos Filisteus, o povo de Golias que havia sido conquistado pelos judeus séculos antes. Este foi um modo que os romanos adicionaram insultos à injuria.

Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalem para Aelia Capitolina, mais este nome teve menos força para se manter. A Palestina nunca existiu antes ou desde então, como uma entidade autônoma. Foi dominado, alternadamente por Roma, Muçulmanos, pelas Cruzadas Cristãs, pelo Império Otomano e por um curto período de tempo pelos Ingleses apos a Primeira Guerra Mundial. Os ingleses concordaram em devolver ao menos, parte do território ao Povo Judeu como uma pátria.

Não há uma língua conhecida como Palestino. Não há uma cultura Palestina diferenciada. Nunca houve uma terra conhecida por Palestina governada por palestinos. Palestinos são árabes, indistinguíveis de Jordanianos (outras invenção recente), Sirios, Libaneses, Iraquianos, etc.

Saiba que os árabes detém o controle sobre 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa um décimo de 1% (ou seja, 0,1%) do total de terras. Mas, ao modo de ver dos árabes, isto é muito. Eles querem tudo. E é essa a razão da briga em Israel hoje. Ganância, Orgulho, Inveja. Não importando quanto de concessão de terras os israelenses fizessem, jamais seria suficiente.

O que dizer dos locais sagrados para o Islam? Não existe Jerusalem! Ficou chocado? Pois voce deveria! Não espero que você ouça esta brutal verdade de qualquer outro na mídia internacional. Não é politicamente correto... Eu sei o que você dirá: "Farah, a Mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha em Jerusalém representam o 3º lugar mais sagrado do Islam." Não é verdade. De fato, o Corão não diz nada referente a Jerusalem. Menciona Meca centenas de vezes. Menciona Medina por vezes incontáveis.
Nunca menciona Jerusalem. Por uma boa razão. Não há qualquer evidência histórica que Maomé tenha visitado Jerusalem alguma vez. Então, como Jerusalem se tornou o terceiro local mais sagrado para o Islam?

Os muçulmanos de hoje, citam uma vaga passagem no Corão, a 17ª Sura, intitulada "A jornada Noturna". Onde relata que em sonho ou em uma visão, "Maomé foi carregado a noite do templo sagrado para o templo mais remoto, cujo local foi abençoado, onde devemos mostrar-lhe nossos sinais..." No século XVII, alguns muçulmanos identificaram os doi templos mencionados neste verso como sendo Meca e Jerusalem. E isso é o mais próximo que o islamismo se conecta com Jerusalem - mito, fantasia, um desejo. Enquanto isso, os judeus podem traçar suas raízes em Jerusalem, até os tempos de Abraão.

O último "round" da violência em Israel irrompeu, quando o líder do partido Likud, Ariel Sharon, tentou visitar o Monte do templo, a fundação do Templo construído por Salomão. Que é o local mais sagrado para os judeus. Sharon foi encontra-se com pedras e tratos. Sei como é. Estive lá.

Você pode imaginar como é para os os judeus serem ameaçados, apedrejados e mantido fisicamente fora do local mais sagrado do judaísmo? Então qual a solução para o impasse do Oriente Médio?

Bem, francamente, não creio em uma solução criada pelo homem para a violência. Mas, se há uma, ela deve começar com a verdade.

A mentira só levará mais e mais rumo ao caos.

"Tratar um pacto de 5.000 anos fundamentado em bases históricas e evidencias arqueológicas tal qual se trata reclamações, desejos e vontades ilegítimas tornam a diplomacia e a manutenção da paz uma coisa suja."

ACORDA! um texto para você mandar adiante...
BARBARIDADE! Você recebeu um e-mail dos amigos sobre a atitude de um soldado isrelense prendendo um terrorista palestino. Responda com este.
Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém (clique no documento)
Nós Condenamos O Abuso dos Palestinos nas Igrejas de Belém

EmbaixadaCrista.jpg (36596 bytes)
A Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém condena veementemente o uso deliberado e provocativo da importante Igreja da Natividade e de outros locais religiosos em Belém feito por elementos Palestinos armados que os tomaram para refúgio; bem como o abuso  que fazem de civis inocentes usados como escudos humanos.

Atuando como porta-vozes de milhões de Cristãos pelo mundo, nós não podemos aceitar esta profanação da santidade da Igreja da Natividade e a denunciamos com firmeza. É uma ofensa deliberada por militantes fora da lei que sabem que este local é central para nossa fé e que portanto lhes daria um refúgio inquestionável.

Cristãos e líderes clericais por todo o mundo devem ficar chocados por esta ação e juntarem-se a nós em sua condenação. O presente conflito é difícil e complexo, porém todos devem reconhecer que estes Palestinos armados levaram a batalha para dentro desta Igreja por sua deliberação.

Continuamos a clamar por respeito a todos os locais sagrados de Belém e da Terra Santa, sejam eles igrejas, sinagogas ou mesquitas.

Também queremos deixar claro que a Autoridade Palestina encorajou homens armados a usar a Praça da Manjedoura e seus locais Cristãos como locais de abrigo e base para suas operações em meses recentes. Estas táticas são chocantes mas não surpreendentes. uma vez que a OLP profanou e destruiu igrejas e outras propriedades Cristãs no Líbano depois de  incitar e provocar naquele país uma longa guerra civil.


Israel finds evidence Saudis finance terror

Saudi support for Hamas and Islamic Jihad charities has been public knowledge for some time, but the discovery during Operation Defensive Shield of documents linking the Saudis to payments to families of terrorists killed in attacks on Israel is a new development, Israeli diplomats said yesterday.

According to one diplomat, the Saudis have long supported extremist Islamic organizations throughout the world, often to enable them to "let off steam" outside of Saudi Arabia's borders.

The official said it is commonly believed the Saudis have curtailed this support since September 11. Fifteen of the 19 terrorists involved in the attacks in the US were Saudis.

According to documents Israel found during the recent military action, Saudi Arabia paid some $5,000 to each of the families of 102 terrorists killed in attacks on Israel, with some of the payments coming after September 11.

According to the documents, Saudi Arabia paid the family of a suicide bomber who carried out an attack in Afula in November in which two Israelis were killed and 46 wounded, and the family of the terrorist who went on a shooting spree in Hadera in October, killing four Israelis and wounding 31.

A table listing payments of some $545,000 was reportedly found, including the names of a number of high-profile terrorists such as Mahmud Abu Hanoud and Ataf Abayat, both killed by Israel in targeted killing.
The diplomat said Israel has an interest in releasing these documents now to reveal the "true" face of Saudi Arabia, following the recent meeting between US President George W. Bush and Crown Prince Abdullah in Texas and the growing cooperation between the two countries on Middle East policy.

 Martin Luther King Jr.:  Sobre o Sionismo.

 

(Fonte:  M. L. King Jr., “Carta a um amigo anti-Sionista”, Saturday Review XLVII (agosto, 1967), p. 76. Reimpresso em M.L.King Jr.  “Nisto eu acredito: seleções de escritos do Dr. Martin Luther King Jr.”)

 

“…Você declara, meu amigo, que você não odeia os Judeus, você é meramente ‘anti-Sionista’. E eu digo, que a verdade soe do alto da montanha e que ecoe pelos verdes vales da Terra de Deus: quando as pessoas criticam o Sionismo elas têm por intenção atingir os Judeus - esta é a própria verdade de Deus.”

           

            “O anti-Semitismo, o ódio ao povo Judeu, tem sido e permanece uma mancha na alma da humanidade. Nisto estamos de pleno acordo. Agora, também some-se isto: o anti-Sionismo é inerentemente anti-Semítico, e sempre o será.”

 

            Por que isso? Você sabe que o Sionismo  nada mais é do que o sonho e o ideal do povo Judeu de voltar a viver em sua própria pátria. O povo Judeu, dizem-nos as Escrituras, já desfrutou de prosperidade como Nação na Terra Santa. Deste lugar foram expulsos pela tirania dos romanos, os mesmos romanos que assassinaram cruelmente o Nosso Senhor. Conduzido para fora de seu lar, sua nação em cinzas, forçado a vagar pelo globo, o povo Judeu frequentemente sofreu, nas regiões onde vivia, a humilhação imposta pelos tiranos locais.

 

            O povo Negro, meu amigo, sabe  o que significa sofrer o tormento da tirania de dominadores que nos foram impostos. Nossos irmãos na África rogaram, imploraram, pediram – EXIGIRAM – o reconhecimento  e  implementação do nosso direito inato a viver em paz sob nossa  própria soberania, em nosso próprio país.

 

            Quão fácil poderia ter sido, para qualquer um que dê valor a esse inalienável direito para toda a humanidade,  entender e apoiar o direito do povo Judeu a viver  na sua ancestral Terra de Israel. Todos os homens de boa-vontade exultam no cumprimento da promessa de Deus, que esse povo deverá retornar,  com alegria, para reconstruir sua terra saqueada. Isto é Sionismo, nada mais, nada menos.

 

            E o que é anti-Sionismo? É a negação ao povo Judeu de um direito fundamental que nós clamamos, com justiça, para o povo da África e concedemos livremente às outras nações do Globo. É a discriminação contra os Judeus, meu amigo, porque eles são Judeus. Em resumo, isto é anti-Semitismo.

 

            Os anti-Semitas aproveitam-se de qualquer oportunidade para propagar a sua maldade. Nos tempos atuais  tornou-se impopular, no Ocidente, proclamar abertamente o ódio aos Judeus. Sendo este o caso, o anti-Semitismo deve, constantemente, procurar novas formas e fôros para instilar o seu veneno. Como deveria ele (o anti-Semita) manifestar-se sob novo disfarce? Ele não odeia os Judeus, ele é apenas um anti-Sionista!

 

               Meu amigo, não estou acusando-o de anti-Semitismo deliberado. Sei que, como eu, você sente um profundo  amor à verdade e à  justiça e uma  repulsa ao racismo, preconceito e discriminação. Mas eu sei que você foi enganado – como outros têm sido - a pensar que você pode ser anti-Sionista e ao mesmo tempo permanecer fiel a esses princípios, que tocam o seu coração, que eu e você compartilhamos. Deixe estas minhas palavras ecoarem nas profundidades de sua alma: quando as pessoas criticam o Sionismo elas  se referem aos Judeus – não se engane sobre isso”.  (enviado por Ronit)