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O
que dizer aos menos informados sobre o conflito? CLIQUE ACORDA
Veja
aqui alguns argumentos e outros na página UMA
VOZ
| A mentira leva ao caos -
por Joseph Farah (JORNALISTA DE ORIGEM ÁRABE QUE MORA NOS EUA) - leia
mais em http://www.worldnetdaily.com/news/archives.asp?AUTHOR_ID=134
O que vem a seguir foi
escrito pelo jornalista Joseph Farah, americano de ascendência árabe, líder
do WorldNetDaily (jornal virtual). O artigo é impressionante, dada a
etnia do autor.
Tenho estado quieto desde que Israel começou a lutar devido as disputas
relacionadas com o Monte do Templo, onde ocorreu a visita de Sharon ao
sitio arqueológico sob o quarteirão árabe na cidade velha de Jerusalem,
que Arafat alega ser o motivo detonador do ultimo levante árabe-Intifada.
Até agora, não me preocupei em dizer: "Viu? Eu te disse que isso ia
acontecer...". Mas não aguento mais. Me sinto compelido a lembrá-los
de um artigo que escrevi cerca de 2 semanas antes do ultimo levante. Sim,
colegas, eu previ que isso aconteceria. Tudo bem. Segurem seus aplausos.
Afinal, eu preferia ter errado em minha previsão. Mais de 600 pessoas
foram mortas desde que esta luta se iniciou. E por que motivo?
Se você acredita no que lê na maioria das novas fontes, os Palestinos
querem uma pátria e os muçulmanos querem controlar os locais que
consideram sagrados. Bastante simples, não?
Bem, como um jornalista americano de origem árabe que passou algum tempo
no Oriente Médio fazendo mais que a minha cota de pedras e morteiros,
devo comunicar-lhes que isso são apenas desculpas para o combate, a criação
de problemas e a tomada de terras.
Não é interessante, que antes da guerra entre árabes e judeus de 1967,
não havia nenhum movimento serio em prol de uma pátria palestina?
"Bem, Farah", vocês podem dizer, "isto foi antes dos
Israelenses tomarem a Cisjordânia e Jerusalem Antiga." Isto lá é
verdade. Na guerra dos seis dias, Israel tomou a Judeia, Samaria e o lado
oriental de Jerusalem. Mas não tiraram estes territórios de Yasser
Arafat. Eles a tomaram do rei Hussein da Jordânia.
Não consigo deixar de imaginar por que todos estes palestinos descobriram
sua identidade nacional depois que Israel ganhou a guerra. A verdade é
que a Palestina não é mais real que a Terra do Nunca. A primeira vez que
este nome foi utilizado foi em 70 D.C. quando os romanos cometeram um genocídio
contra os judeus , destruíram o Templo e declararam que não haveria mais
a Terra de Israel. A partir daquele momento, os romanos prometeram, que o
local seria conhecido como Palestina. Nome este derivado dos Filisteus, o
povo de Golias que havia sido conquistado pelos judeus séculos antes.
Este foi um modo que os romanos adicionaram insultos à injuria.
Eles também tentaram mudar o nome de Jerusalem para Aelia Capitolina,
mais este nome teve menos força para se manter. A Palestina nunca existiu
antes ou desde então, como uma entidade autônoma. Foi dominado,
alternadamente por Roma, Muçulmanos, pelas Cruzadas Cristãs, pelo Império
Otomano e por um curto período de tempo pelos Ingleses apos a Primeira
Guerra Mundial. Os ingleses concordaram em devolver ao menos, parte do território
ao Povo Judeu como uma pátria.
Não há uma língua conhecida como Palestino. Não há uma cultura
Palestina diferenciada. Nunca houve uma terra conhecida por Palestina
governada por palestinos. Palestinos são árabes, indistinguíveis de
Jordanianos (outras invenção recente), Sirios, Libaneses, Iraquianos,
etc.
Saiba que os árabes detém o controle sobre 99,9% das terras do Oriente Médio.
Israel representa um décimo de 1% (ou seja, 0,1%) do total de terras.
Mas, ao modo de ver dos árabes, isto é muito. Eles querem tudo. E é
essa a razão da briga em Israel hoje. Ganância, Orgulho, Inveja. Não
importando quanto de concessão de terras os israelenses fizessem, jamais
seria suficiente.
O que dizer dos locais sagrados para o Islam? Não existe Jerusalem! Ficou
chocado? Pois voce deveria! Não espero que você ouça esta brutal
verdade de qualquer outro na mídia internacional. Não é politicamente
correto... Eu sei o que você dirá: "Farah, a Mesquita de Al Aqsa e
o Domo da Rocha em Jerusalém representam o 3º lugar mais sagrado do
Islam." Não é verdade. De fato, o Corão não diz nada referente a
Jerusalem. Menciona Meca centenas de vezes. Menciona Medina por vezes
incontáveis. Nunca menciona Jerusalem. Por uma boa razão. Não há
qualquer evidência histórica que Maomé tenha visitado Jerusalem alguma
vez. Então, como Jerusalem se tornou o terceiro local mais sagrado para o
Islam?
Os muçulmanos de hoje, citam uma vaga passagem no Corão, a 17ª Sura, intitulada
"A jornada Noturna". Onde relata que em sonho ou em uma visão,
"Maomé foi carregado a noite do templo sagrado para o templo mais
remoto, cujo local foi abençoado, onde devemos mostrar-lhe nossos
sinais..." No século XVII, alguns muçulmanos identificaram os doi
templos mencionados neste verso como sendo Meca e Jerusalem. E isso é o
mais próximo que o islamismo se conecta com Jerusalem - mito, fantasia,
um desejo. Enquanto isso, os judeus podem traçar suas raízes em
Jerusalem, até os tempos de Abraão.
O último "round" da violência em Israel irrompeu, quando o líder
do partido Likud, Ariel Sharon, tentou visitar o Monte do templo, a fundação
do Templo construído por Salomão. Que é o local mais sagrado para os
judeus. Sharon foi encontra-se com pedras e tratos. Sei como é. Estive lá.
Você pode imaginar como é para os os judeus serem ameaçados,
apedrejados e mantido fisicamente fora do local mais sagrado do judaísmo?
Então qual a solução para o impasse do Oriente Médio?
Bem, francamente, não creio em uma solução criada pelo homem para a violência.
Mas, se há uma, ela deve começar com a verdade.
A mentira só levará mais e mais rumo ao caos.
"Tratar um pacto de 5.000 anos fundamentado em bases históricas e
evidencias arqueológicas tal qual se trata reclamações, desejos e
vontades ilegítimas tornam a diplomacia e a manutenção da paz uma coisa
suja."
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| ACORDA!
um texto para você mandar adiante...
|
| BARBARIDADE!
Você recebeu um e-mail dos amigos sobre a atitude de um soldado
isrelense prendendo um terrorista palestino. Responda com este.
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Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém (clique no documento)
Nós Condenamos O Abuso dos Palestinos nas Igrejas de Belém

A Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém condena veementemente o
uso deliberado e provocativo da importante Igreja da Natividade e de
outros locais religiosos em Belém feito por elementos Palestinos armados
que os tomaram para refúgio; bem como o abuso que fazem de
civis inocentes usados como escudos humanos.
Atuando como porta-vozes de milhões de Cristãos pelo mundo, nós não
podemos aceitar esta profanação da santidade da Igreja da Natividade e a
denunciamos com firmeza. É uma ofensa deliberada por militantes fora da
lei que sabem que este local é central para nossa fé e que portanto lhes
daria um refúgio inquestionável.
Cristãos e líderes clericais por todo o mundo devem ficar chocados por
esta ação e juntarem-se a nós em sua condenação. O presente conflito
é difícil e complexo, porém todos devem reconhecer que estes Palestinos
armados levaram a batalha para dentro desta Igreja por sua deliberação.
Continuamos a clamar por respeito a todos os locais sagrados de Belém e
da Terra Santa, sejam eles igrejas, sinagogas ou mesquitas.
Também queremos deixar claro que a Autoridade Palestina encorajou homens
armados a usar a Praça da Manjedoura e seus locais Cristãos como locais
de abrigo e base para suas operações em meses recentes. Estas táticas são
chocantes mas não surpreendentes. uma vez que a OLP profanou e
destruiu igrejas e outras propriedades Cristãs no Líbano depois de
incitar e provocar naquele país uma longa guerra civil.
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May. 2, 2002
Israel finds evidence Saudis finance
terror
By HERB KEINON
Saudi support for Hamas and Islamic Jihad charities has been public
knowledge for some time, but the discovery during Operation Defensive
Shield of documents linking the Saudis to payments to families of
terrorists killed in attacks on Israel is a new development, Israeli
diplomats said yesterday.
According to one diplomat, the Saudis have long supported extremist
Islamic organizations throughout the world, often to enable them to
"let off steam" outside of Saudi Arabia's borders.
The official said it is commonly believed the Saudis have curtailed
this support since September 11. Fifteen of the 19 terrorists involved in
the attacks in the US were Saudis.
According to documents Israel found during the recent military action,
Saudi Arabia paid some $5,000 to each of the families of 102 terrorists
killed in attacks on Israel, with some of the payments coming after
September 11.
According to the documents, Saudi Arabia paid the family of a suicide
bomber who carried out an attack in Afula in November in which two
Israelis were killed and 46 wounded, and the family of the terrorist who
went on a shooting spree in Hadera in October, killing four Israelis and
wounding 31.
A table listing payments of some $545,000 was reportedly found,
including the names of a number of high-profile terrorists such as Mahmud
Abu Hanoud and Ataf Abayat, both killed by Israel in targeted killing.
The diplomat said Israel has an interest in releasing these documents now
to reveal the "true" face of Saudi Arabia, following the recent
meeting between US President George W. Bush and Crown Prince Abdullah in
Texas and the growing cooperation between the two countries on Middle East
policy.
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Martin
Luther King Jr.: Sobre o
Sionismo.
(Fonte:
M. L. King Jr., “Carta a um amigo anti-Sionista”, Saturday
Review XLVII (agosto, 1967), p. 76. Reimpresso em M.L.King Jr.
“Nisto eu acredito: seleções de escritos do Dr. Martin Luther
King Jr.”)
“…Você
declara, meu amigo, que você não odeia os Judeus, você é meramente
‘anti-Sionista’. E eu digo, que a verdade soe do alto da montanha e
que ecoe pelos verdes vales da Terra de Deus: quando as pessoas criticam
o Sionismo elas têm por intenção atingir os Judeus - esta é a própria
verdade de Deus.”
“O anti-Semitismo, o ódio ao povo Judeu, tem sido e permanece
uma mancha na alma da humanidade. Nisto estamos de pleno acordo. Agora,
também some-se isto: o anti-Sionismo é inerentemente anti-Semítico, e
sempre o será.”
Por que isso? Você sabe que o Sionismo
nada mais é do que o sonho e o ideal do povo Judeu de voltar a
viver em sua própria pátria. O povo Judeu, dizem-nos as Escrituras, já
desfrutou de prosperidade como Nação na Terra Santa. Deste lugar foram
expulsos pela tirania dos romanos, os mesmos romanos que assassinaram
cruelmente o Nosso Senhor. Conduzido para fora de seu lar, sua nação
em cinzas, forçado a vagar pelo globo, o povo Judeu frequentemente
sofreu, nas regiões onde vivia, a humilhação imposta pelos tiranos
locais.
O povo Negro, meu amigo, sabe
o que significa sofrer o tormento da tirania de dominadores que
nos foram impostos. Nossos irmãos na África rogaram, imploraram,
pediram – EXIGIRAM – o reconhecimento
e implementação do
nosso direito inato a viver em paz sob nossa
própria soberania, em nosso próprio país.
Quão fácil poderia ter sido, para qualquer um que dê valor a
esse inalienável direito para toda a humanidade,
entender e apoiar o direito do povo Judeu a viver
na sua ancestral Terra de Israel. Todos os homens de boa-vontade
exultam no cumprimento da promessa de Deus, que esse povo deverá
retornar, com alegria, para
reconstruir sua terra saqueada. Isto é Sionismo, nada mais, nada menos.
E o que é anti-Sionismo? É a negação ao povo Judeu de um
direito fundamental que nós clamamos, com justiça, para o povo da África
e concedemos livremente às outras nações do Globo. É a discriminação
contra os Judeus, meu amigo, porque eles são Judeus. Em resumo, isto é
anti-Semitismo.
Os anti-Semitas aproveitam-se de qualquer oportunidade para
propagar a sua maldade. Nos tempos atuais
tornou-se impopular, no Ocidente, proclamar abertamente o ódio
aos Judeus. Sendo este o caso, o anti-Semitismo deve, constantemente,
procurar novas formas e fôros para instilar o seu veneno. Como deveria
ele (o anti-Semita) manifestar-se sob novo disfarce? Ele não odeia os
Judeus, ele é apenas um anti-Sionista!
Meu
amigo, não estou acusando-o de anti-Semitismo deliberado. Sei que, como
eu, você sente um profundo amor
à verdade e à justiça e
uma repulsa ao racismo,
preconceito e discriminação. Mas eu sei que você foi enganado –
como outros têm sido - a pensar que você pode ser anti-Sionista e ao
mesmo tempo permanecer fiel a esses princípios, que tocam o seu coração,
que eu e você compartilhamos. Deixe estas minhas palavras ecoarem nas
profundidades de sua alma: quando as pessoas criticam o Sionismo elas
se referem aos Judeus – não se engane sobre isso”. (enviado
por Ronit)
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