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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

05-Fev-2009

 

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O DISCURSO DA LIBANESA BRIGITTE GABRIEL (cristã e libanesa)

Cresci no Líbano,onde aprendi que os judeus são a maldade,Israel o demônio,e o único momento em que teremos paz no Oriente Médio será quando matarmos a todos os judeus, e os jogarmos ao mar.

Quando os muçulmanos e palestinos declararam a Jihad sobre os cristãos em 1975, começaram a massacrar cristãos de cidade em cidade, uma atrás da outra.
Acabei vivendo em um abrigo subterrâneo anti-bombas dos 10 aos 17 anos, sem eletricidade, comendo ervas e nos arrastando sob as balas dos tiroteios para conseguir buscar água.

Israel veio em ajuda aos cristãos do Líbano.
Minha mãe foi ferida por uma bala muçulmana, e foi levada a um hospital israelense para ser tratada.

Quanto entramos na sala de emergência,me chocou o que vi ali.
Havia centenas de feridos, muçulmanos, cristãos libaneses e soldados israelenses estendidos no chão.
Os médicos atendiam cada um de acordo com a gravidade de seus ferimentos.

Eles atenderam minha mãe antes que ao soldado israelense que estava estendido ao seu lado.
Não viram religião, nem afiliação política, viram gente em necessidade, e ajudaram.
Pela primeira vez na minha vida pude observar a qualidade humana,
que sem dúvida alguma, minha cultura não teria mostrado a seu inimigo.
Experimentei o valor moral dos israelenses,que eram capazes de demonstrar amor ao inimigo,
ainda que em seus momentos mais críticos.
Passei 22 dias no hospital, dias que mudaram minha vida e a maneira com que acreditava na informação recebida, a forma que escutava ao rádio e a televisão. Pude comparar o que ouvia na mídia
com o que via com meus próprios olhos. Me dei conta que o governo havia me vendido uma mentira fabricada sobre os judeus e Israel, muito distante da realidade.

Sabia por certo que se fosse um judeu em um hospital árabe, teria sido linchado e jogado para fora,
enquanto gritos jubilosos de Allahu Akbar, D'us é grande, seriam escutados pelo hospital e nas ruas adjacentes.

Fiz amizade com familiares dos soldados israelenses feridos, uma em particular, Rina,cujo único filho, um jovem de 19 anos, havia sido ferido nos olhos. Um dia, estava eu com Rina, quando chegou uma banda do exército, tocando música para levantar o ânimo dos soldados feridos.
Enquanto rodeavam a cama do filho de Rina, tocando uma canção sobre Jerusalém, Rina e eu começamos a chorar.
Senti-me deslocada, e comecei a me retirar, e então Rina me pegou pela mão e me aproximou novamente, sem se quer me olhar.Me agarrou, chorando, e disse "Não é tua culpa".
E ficamos ali, as duas paradas, de mãos dadas e chorando.

Que contraste entre ela, uma mãe cuidando de seu único filho, de 19 anos e deformado, e ainda capaz de amar a mim, seu inimigo, e uma mãe muçulmana, que envia seu filho a se explodir em pedaços com o objetivo de matar a alguns judeus ou cristãos.

A diferença entre o mundo árabe e Israel  é a diferença de valores e caráter.
É barbarie versus civilização. É democracia versus ditadura. É bondade versus maldade.

Houve uma vez em que havia um lugar especial nas profundezas do inferno para aqueles que matavam crianças intencionalmente, seja de que raça ou credo fossem. Agora, o assassinato intencional de crianças israelenses está legitimado sob o rótulo de "conflito armado palestino", e sentimos que o resto do mundo tem aceitado isso. O que não estão se dando conta é que, uma vez que este comportamento está legitimado contra Israel, automaticamente vai se legitimando também
para qualquer parte do mundo,
guiado por nada além da crença subjetiva de pessoas que envolvem
a si mesmas com dinamites e pregos, com o propósito de matar crianças em nome de D'us.

Uma vez que os palestinos foram levados a acreditar que o assassinato de civis israelenses inocentes
é uma tática legítima para atingir seus objetivos, e que o mundo ficou passivo diante disto, agora o mundo inteiro sofre a praga do terrorismo,de Naiorobi a Nova Iorque, de Moscou a Madrid, de Bali a Beslan.

Justificam aos homens-bomba suicidas com o "desespero pela ocupação".
Permitam-me dizer-lhes a verdade. O maior ato do terrorismo suicida cometido por árabes contra o estado judeus ocorreu dez semanas antes que Israel  tivesse declarado sua independência.

No domingo, 22 de fevereiro de 1948, adiantando-se à declaração de independência de Israel,
um caminhão-bomba foi detonado na rua Ben Yehuda, no que era então a seção judaica de Jerusalém.

Cinqüênta e quatro pessoas foram assassinadas, e centenas feridas. Portanto é obvio dizer que
o terrorismo árabe não é causado pelo "desespero", pela "ocupação", mas sim pela simples IDÉIA de um Estado Judeu.

Tantas vezes na história dos últimos cem anos, os cidadãos foram testemunhas,porém nada fizeram,
permitindo a maldade prevalecer. Assim como a América enfrentou e venceu ao comunismo,
é agora tempo de enfrentar  e lutar contra o terror do fanatismo religioso e a intolerância. É tempo de apoiar o Estado de Israel, que está na linha de frente da guerra contra o terrorismo."

Tradução do discurso pronunciado pela Libanesa
Brigitte Gabriel na Duke University,
em 14 de Outubro de 2004.

 

Subject: NÃO EM MEU NOME


NÃO EM MEU NOME
Por: Carlos Reis 19/07/2006


Quem vê o Jornal Nacional nesses dias em que um país chamado Israel, com quem o Brasil tem relações históricas e abriga uma numerosíssima irmandade judaica, é atacado vilmente por terroristas, imagina que há uma guerra entre nós! Pensa que Israel persegue cidadãos brasileiros. No entanto, o Brasil na ONU, em 1948, ano eu que eu nasci, foi responsável pela criação do Estado de Israel. Vivemos em paz até então. Os ódios raciais e religiosos do Oriente Médio nunca prosperaram no Brasil. As comunidades judaicas e árabes, de diversas procedências - libanesas, sírias, jordanianas, egípcias -, viveram e dividiram entre si até hoje o mesmo ramo dos negócios comerciais.

Mas, o Brasil está com a moral torta - deu de escolher bandidos como amigos. Gosta de gente sacana, de espertalhões que se dão bem. É natural que acabaram aceitando o terrorismo do Hesbolah que explode ônibus cheios de crianças judias; restaurantes cheios de jovens, matando até estrangeiros, como o casal brasileiro que morreu em Jerusalém. O povo brasileiro que foi treinado como um cachorro para gostar e lamber criminosos também está treinado para botar a culpa nas vítimas. A Rede Globo o treinou assim.

A Rede Globo é isso. Na melhor das hipóteses ou não vê isso, ou não tem mais o nível mínimo de honestidade jornalística que se exige para impedir essa aberração na sua informação. Deve estar já sob algum comando comunista da Imprensa, alguma entidade censora que tenta regulamentar a profissão de jornalista com a ideologia assassina digna de um Stalin, abertamente contra a Constituição.

A propósito, eu não disse para vocês não se distraírem durante a Copa? Pois na calada da Copa, como disse o Janer Cristaldo, além dos senadores nos entregarem para os leões dos bancos, que vão agora cobrar as nossas dívidas ativas nas prefeituras, deixaram aprovar no Senado lambuzado de sanguessugas nojentos dos partidos do governo uma aberração jurídica ao gosto dos totalitários comunistas que manobram os porões vermelhos dos sindicatos de jornalistas. De quebra o senador Paim criou uma lei racista que envergonhará os negros e inculpará os brancos.

Feito o registro, retorno à minha indignação original. Espanta-me que até agora a Embaixada Israelense não tenha pedido explicações à essa imprensa que, ao meu juízo, desqualifica-se dia-a-dia, retrocedendo nos seus próprios passos, ao cometer o erro imperdoável da desinformação. A Rede Globo chega a esquecer, para bem atender à vontade politicamente correta da manada ignorante, os mais velhos, como eu, que têm memória da verdade e da moral.
A Globo do Bandido-Esperança é a rainha da inversão. A TV dos invertidos. Lá tudo está de ponta-cabeça. Esconde do povo brasileiro que Israel é vítima da mesma maneira que sonegou à torcida brasileira o joelho estourado do Ronaldo na Copa. O pior, porém, é que essa inversão é especialmente danosa aos jovens que nessas duas últimas décadas tiveram e continuam tendo a pior educação de toda a História do país! Falo de uma Educação que lhes poderia ter dado a oportunidade histórica para formar sua vida sobre a retidão, a honestidade, e o esforço digno. Pelo contrário, o que os nossos jovens tiveram como modelos foram os "bandidos-esperança" das novelas pornográficas da Globo. Assim, tudo que recebem do Estado é deformação, é incentivo à bandidagem, é premiação da sacanagem, é absolvição e anulação do crime e dos criminosos. As escolas brasileiras estão abolindo o crime nas mentes das crianças! Estão forjando mentes criminosas inocentes. Aqui já se inventou o hábeas-corpus preventivo, isto é, o criminoso já conta com a ajuda da justiça. É por isso que se multiplicam os exemplos de alunos que querem matar colegas e professoras. Não sabem mais o que é crime! Estou exagerando?

Então, para quem não sabe, ou inutilizou o seu cérebro nos últimos dias vendo a Globo, o Hesbolah é o lado que tem homens-bombas que matam indiscriminadamente judeus e americanos (se puderem), por uma causa semi-religiosa, semi-política, inteiramente ideológica em qualquer caso. Quando Israel se retirou da Gaza no ano passado, e eles tiveram a liberdade que pediam, o que fizeram? Elegeram uma organização terrorista como partido político - o Hamas - ganharam as eleições, e continuaram a mandar homens-bomba para matar israelenses!

Para quem não sabe, Israel é um país de 58 anos de idade e teve um ancestral que se chamou Jesus - se é que esse nome diz alguma coisa à juventude atual! Esse povo milenar, hoje constitui um país democrático - uma ilha de democracia entre um oceano de teocracias totalitárias. Neste país vivem também mais de 2 milhões de árabes em total liberdade e prosperidade. Israel tem soldados e forças armadas regulares; seus combatentes usam fardas identificáveis e só atacam fardados de soldados. Portanto não se escondem entre civis, não os fazem como escudos-humanos e não atiram de igrejas; têm como alvos para a sua defesa ativa ou preventiva, apenas objetivos militares. Não mata civis de propósito. O Hamas mata! O Hesbolah mata! O Jihad Islâmico mata! A Al Qaida mata!
A guerra é entre Irã e Israel. O Irã é governado por um psicopata que quer jogar Israel no mar! Tem planos de construir bombas atômicas para tirar Israel do mapa. Enquanto não tem a bomba usa o Hesbolah xiita, que usa o território da Síria e do Líbano. Os governos desses países são aliados de terroristas. Neles, os terroristas fazem carreira política. Um deles, Yasser Arafat, há uns anos, foi parar na ONU e virou estadista, nem muito tempo depois de explodir aviões cheios de gente!

Como o Brasil pôde ficar tão ruim, tão mau, a ponto de ter simpatia pelo terrrorismo muçulmano, é o que mais me desespera. Como a Globo nos deixou assim? Tenho vergonha de ser brasileiro. Me sinto no dever de pedir desculpas, pelo menos em meu nome, a Israel.

Se o Brasil não souber fazer a diferença entre um povo milenar e um bando de terroristas, então merece ter essa guerra aqui e morrer nas mãos do Marcola e do Stédile!


Carlos Reis


 

Sent: Wednesday, February 05, 2003 9:27 AM
Subject: Fw: 2010

A nova matemática - por Thomas L. Friedman

A equação é a seguinte: Suponha que Israel descubra que dez palestinos de
Nablus estão planejando ataques suicidas. Israel diz: se pudermos matar
pelo menos dois, será um progresso, porque apenas oito restarão. Os
palestinos, em contraste, dizem: se vocês matarem dois, mais quatro serão
voluntários para tomar seu lugar, e vocês terão 12. Então, para Israel, 10
menos 2 é igual a 8, e para os palestinos 10 menos 2 é igual a 12.

E isso explica por que os ataques duros de Ariel Sharon nos últimos dois
anos não aumentaram a segurança para os israelenses. Quando Sharon sucedeu
Ehud Barak, cerca de 50 israelenses haviam sido mortos em um levante
palestino; hoje o número é de mais de 700 israelenses mortos, e mais de
dois mil palestinos. Quando eu perguntei a um oficial de defesa israelense
por que todas aquelas mortes e prisões de palestinos tinham surtido tão
pouco efeito, ele disse: "É como se estivéssemos cortando grama. Você corta
um dia e no dia seguinte a grama está de volta".

Então, por que Sharon provavelmente ganhará a próxima eleição israelense ?
Duas razões. Primeiro, porque mesmo sendo inútil a estratégia de Sharon, a
dos palestinos é ainda pior. Os palestinos ainda agem como se acreditassem
que podem conseguir mais de Israel fazendo com que os israelenses se sintam
inseguros do que fazendo com que se sintam seguros.

A única coisa que Yasser Arafat sabe fazer é cultivar a grama - sacrificar
uma geração de palestinos depois da outra pela fantasia de um retorno de
todos da Palestina. A segunda razão é a falha do Partido Trabalhista de
Israel no desenvolvimento de uma alternativa às políticas de Sharon. O
problema para o candidato da oposição, Amram Mitzna, um ex-comandante da
Cisjordânia extremamente respeitado, não é que ele defende o que 70% dos
israelenses querem - separação dos palestinos e desistência da maioria dos
assentamentos.

É, em vez disso, que ele não persuadiu os israelenses, profundamente, de
que ele e seu partido são fortes o suficiente para fazer o que querem de
uma forma segura. Como explicou um colunista do jornal israelense Haaretz,
Ari Shavit: "Eu comparo a uma cirurgia do coração. Os israelenses sabem que
se não fizermos isso, se não separarmos, morreremos. Mas se fizermos de uma
forma apressada e bagunçada, também morreremos.

Então, quando Mitzna fala sobre a separação, 70% de Israel concorda. Mas
quando diz que está pronto para fazer isso unilateralmente, se necessário,
ou para negociar com Arafat, ou até negociar sob fogo enquanto a Intifada
age, a maioria das pessoas recusa o caminho". Ele continua: "Eles querem
uma cirurgia de esquerda feita por um médico de direita. O problema é:
Sharon não fará essa cirurgia. Ele está tão comprometido com os
assentamentos que construiu que parece estar paralisado".

De fato, Sharon se beneficia com o desejo do povo de vê-lo implementar a
separação de Mitzna. Mas em vez de realmente tentar fazer isso, Sharon
manipula os medos do povo para se manter no poder e manter seus
assentamentos - enquanto finge para os americanos que algum dia ele
realmente fará um acordo. Como resultado de tudo isso, o conflito está
entrando numa nova fase terrível: o começo do fim da solução dos dois
Estados. Sob Sharon, os judeus assentados ampliaram os assentamentos
existentes na Cisjordânia e também fizeram novos, ilegais.

Os assentados querem garantir a anexação legal ou de facto da Cisjordânia,
de Gaza e da parte leste de Jerusalém por Israel. E sem nenhuma iniciativa
árabe ou palestina crível em direção à paz para desafiá-los, sem pressão da
equipe de Bush, sem um partido israelense para implementar a separação, os
assentados estão vencendo por ausência e inércia. Vencer significa que eles
estão fazendo com que a separação seja impossível.

Mas se não houver separação, até 2010 haverá mais palestinos do que judeus
vivendo em Israel e nos territórios ocupados. Então Israel terá três
opções: os israelenses controlarão a área total por apartheid, ou a
controlarão pela expulsão dos palestinos, ou concederão aos palestinos o
direito de votar e esse não mais será um Estado judeu. Qualquer que seja o
caminho tomado, significará o fim de Israel como uma democracia judaica.